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Boa noite - Itabira, sábado, 06 de junho de 2020 Hora: 23:06

COLUNISTAS
Marcos Gabiroba e a crônica da semana "O veneno antagonista: Corona vírus-19"
02/04/2020

Amigos e ouvintes de nosso encontro semanal, nesse tempo em que o “Corona vírus-19” assola o nosso país e por que não o mundo todo, recolhido à significante quarentena obrigatória, não podia eu faltar neste momento importante para nossas vidas, meditarmos sobre esse acontecimento importante, encaminharmos à leitura do Livro Eclesiastes 3, 2-8: “Tempo de nascer e tempo de morrer”......

Indubitavelmente, o mar não está para peixe; recolher-se e resguardar-se é um remédio que não faz mal a ninguém, pois como se diz antigo ditado, “prevenir é melhor que remediar”, não é mesmo? E neste contexto, relembro aqui, uma estória, se verdadeira ou não, dela tomo como ponto de partida, como verdadeira e, por isso, transcrevo-a na íntegra para sua reflexão: Diz o historiador que “quando Jesus deixou sua cidade Nazaré, após quarenta dias e noites no deserto foi morar em Cafarnaum, onde morava Simão e sua família’.

Como preparação para consumar sua missão, na casa de Simão reunia seus amigos, dentre os quais, posteriormente, escolheu seus discípulos. Em uma de suas reuniões, Felipe, de mãos calejadas falou de suas angústias que lhe povoavam a alma, com tanta emotividade e amargura que aflitivas notas de dor empolgaram a assembleia presente. E, interpelado pelo respeitoso carinho de Pedro, que voltou a tanger o problema das tentações, Jesus o Mestre, contou-lhes pausadamente: - O Senhor, nosso Pai precisou de pequeno grupo de servidores numa cidade revoltada e dissoluta e, para isso, localizou no centro dela uma família de cinco pessoas: pai, mães e três filhos, que o amavam e lhe honravam as Leis sábias e justas. “Aí situados, os felizes colaboradores começaram por servi-lo brilhantemente”. “Fundaram ativo núcleo de caridade e fé transformadora que valia por avançada sementeira de vida celeste; e tanto se salientaram na devoção e na prática da bondade que o espírito das trevas passou a mover-lhes guerra tenaz. A princípio, flagelou-os com os morcegos da maledicência; todavia, os servos sinceros se uniram na tolerância e venceram. Espalhou ao redor deles, logo após, as sombras da pobreza; contudo, os trabalhadores dedicados se congregaram no serviço incessante e superaram as dificuldades. Em seguida, atormentou-os com as serpentes da calúnia; entretanto, os heróis desconhecidos fizeram constritivo silêncio e derrotam o escuro perseguidor. Depois de semelhantes ataques, o gênio satânico modificou as normas de ação e enviou-lhes os demônios da vaidade, que revestiram os servos do Senhor de vastas considerações sociais, como se houvessem galgado os pináculos do poder de momento para outro; entretanto, os cooperadores previdentes se fizeram mais humildes e atribuíam toda a glória que os visitava ao Pai que está nos Céus. Foi então que os seres escarninhos e perversos encheram-lhes a casa de preciosidades e dinheiro, de modo a entorpecer lhes a capacidade de trabalhar, mas o conjunto amoroso, robustecido na confiança e na prece, recebia moedas e dádivas, passando-as para diante, a serviço dos desalentados e dos aflitos. “Exasperado, o espirito das trevas mandou-lhes, então, o demônio da tristeza que, muito de leve, alcançou a mente do chefe da heroica família e disse-lhe solene: é um homem, não um anjo... não te envergonhas, pois, de falar tão insistentemente no Senhor, quando conheces, de perto, as próprias imperfeições? Busca, antes de tudo, sentir a extensão de tuas fraquezas na carne! Chora teus erros, faze penitência perante o Eterno! Clama tuas culpas”! “Registrando a advertência, o infeliz alarmou-se de o homem só pode ser útil  grandeza do Pai por meio do próprio trabalho na execução dos celestes desígnios e, entristecendo profundamente, acreditou-se culpado e criminoso para sempre, de maneira irremediável. Deste o instante em que admitiu a incapacidade de reerguimento, recusou a alimentação do corpo, deitou-se e, decorridos alguns dias, morreu de pesar. “Vendo-o desaparecer, sob compacta onda de lamentações e lágrimas, a esposa seguiu-lhe os passos, oprimida de inominável angústia, e os filhos, dentre de algumas semanas trilharam a mesma rota. “E assim o venenoso antagonista venceu os denodados colaboradores da crença e do amor, um a um, sem necessidade de outra arma que não fosse pequena sugestão de tristeza”. Interrompeu-se a palavra do Mestre, por longos instantes, mas nenhum dos presentes ousou intervir no assunto. Sentindo, assim, seus companheiros preferiram guardar silêncio, o divino Amigo concluiu expressivamente: - Enquanto o homem possui recurso para trabalhar e servir com os pés, com as mãos, com o sentimento e com a inteligência, a tristeza destrutiva em torno dele não é mais que a visita ameaçadora do gênio das trevas em sua guerra desventurada e persistente contra a luz E, para finalizar nosso encontro de hoje, tomo emprestado do Padre José Kentenich as palavras: “Pai, Contigo atravessarei as mais densas trevas”, lembrando ainda: “O mistério continua. As interrogações angustiadas sobre o problema da dor no mundo, não existe outra resposta, se não Jesus Cristo, o Filho de Deus, crucificado para nos remir. Unicamente à luz da Cruz tem sentido e significado as infinitas expressões e formas de sofrimento que afligem a humanidade. Não obstante, quando associadas aos procedimentos de Cristo, badquirem valor redentor que se prolonga no tempo completando na própria carne o que falta à paixão de Cristo(Col.1.24).








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