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COLUNISTAS
Marcos Gabiroba e a crônica da semana “Nesse tempo saibamos ouvir a voz de Deus!”
18/12/2018

Estamos na semana, antevéspera do Natal, isto é, a dez dias deste acontecimento miraculoso. Deus continua a nos falar neste tempo das maneiras mais inesperadas.

É preciso que aprendamos a ouvi-lo. Já pensou nisso? Cita-nos a escritura bíblica que Amós era um agricultor que criava ovelhas e colhia figos. Certo dia, enquanto trabalhava, ouviu a voz do Senhor que o chamava, como um bom amigo com quem conversamos. Deus também fala conosco. Quando aprendemos a ouvir a voz de Deus, ele fala de diversas formas – por meio de sua palavra revelada – na Bíblia e nas situações do nosso dia a dia; às vezes, nos aconselha usando uma pessoa, e demonstra o amor e o cuidado que tem por nós por meio de sua criação.

Podemos ouvi-lo das maneiras mais inesperadas. Sua voz nem sempre é audível e pode ser doce, cheia de amor e aprovação, ou uma voz de repreensão, como um trovão que ruge. A voz que Amós ouviu chamou-o para assumir um compromisso, realizar uma tarefa. Deus queria falar ao povo, mas as pessoas não sabiam ouvir.

Estavam com o coração endurecido, e a tarefa de Amós era transmitir a mensagem divina. Hoje, muitas vezes não conseguimos entender o que o Senhor nos diz porque estamos com o coração fechado, endurecido. O que endurece o nosso coração nos tempos modernos? O povo daquela época para quem Amós profetizou estava assim por praticar uma religiosidade falsa? Participavam das atividades certas, mas não tinham fé? Por falta de fé tornaram-se orgulhosos e começaram a tratar uns aos outros de forma desumana? Aqui, nos cabe também, uma pergunta:

Qual a diferença daquele tempo para os tempos modernos? A falta de sinceridade nas nossas orações e nas atitudes do dia a dia é um dos motivos que nos impede de ouvir a voz de Deus? Eis uma das questões que, querendo ou não, causa-nos esse impedimento, eu acredito, respeitando todas as opiniões contrárias, com amor, claro, lógico e evidente.

Se nosso amor por ele for sincero, o Senhor nos falará com carinho, chamando-nos a andar com ele. Se por algum motivo nos deixarmos levar pelo orgulho e pela falsidade e trancarmos nosso coração, sua voz ressoará como o trovão. De uma forma ou de outra, Deus falará conosco. Se errarmos como aquele povo andava errado, ele nos chamará ao arrependimento e oferecerá perdão. Procuremos, doravante, ficar em silencio e ouvir o que o Senhor quer nos dizer. Como outrora disse a Amós, agindo de acordo com a voz de Deus. Ele sempre quer nos falar. Ele sempre quer nos ouvir. Para tanto, preparemo-nos para recebê-lo. Eis o tempo da reconciliação; eis o tempo da salvação, pois nada nos salva neste mundo a não ser seguindo e ouvindo a palavra de Deus, no silêncio de nossos corações. Pense nisso.

Por outro lado, somente Cristo pode fazer de alguém o que este precisa ser. E, quando isso se processa, a pessoa deseja adorar a Deus diariamente “em espírito e em verdade”, ou seja, sem interesses materiais e com sinceridade de propósitos.

Entretanto, sem fazer qualquer julgamento precipitado, muitos se comportam neste tempo que antecede o Natal como consumidores à procura de um produto novo.

Querem algo mais e pensam que podem comprá-los – e nunca estão satisfeitos!

Não se dão conta de que o verdadeiro valor da vida só pode ser encontrado na presença de Deus, em adoração verdadeira.

Conta-se que certo missionário trabalhou por vinte e cinco anos num país distante.

Depois que partira só havia se comunicado com seus familiares através cartas ou e- mails durante todo este período. Quando retornou ao seio da família ficou assombrado com tanto progresso que sua pequena cidade atingira. Ao entrar em um supermercado com seus familiares disse à sua mãe: “Quantas coisas de que não precisamos!” Infelizmente vivemos numa sociedade consumista, mas produtos não nos fazem felizes e nem nos levam à presença de Deus. Só podemos chegar a Ele e d’Ele receber bênçãos e graças quando o adoramos em espírito e em verdade. Já pensou nisso nesses momentos que antecedem o Natal?

Adoração não é buscar a presença de Deus somente de vez em quando. Sem cultivar todos os dias o contato com Deus, pouco adianta ir à Igreja adorá-Lo. Há também aquelas pessoas que só gostam de ir aos cultos quando há algo diferente.

Confesso aqui que, muitas vezes este fato já ocorreu comigo. Existem outras que, quando um líder religioso famoso deveria comparecer para uma pregação importante numa determinada igreja, mas por motivos inadiáveis este não pôde comparecer. Quando se anunciou que ele não estaria presente, várias pessoas imediatamente deixaram a igreja. Nosso pastor de ovelhas ao ver aquela cena solicitou um silêncio aos que permaneceram, quando disse: “Aqueles que vieram para ouvir o famoso líder estão convidados a sair agora; os que vieram adorar a Deus permaneçam nos seus lugares”. A adoração verdadeira busca à Deus onde, quando e como quer que seja. A adoração em espírito e verdade busca Deus e não a si mesmo ou objetos. Por isso amigos e ouvintes Natal, repito, não é somente no dia 24/25 de dezembro, é todo dia de nossas vidas, pois esta é uma boa oportunidade para aprendermos a ouvi-Lo sempre como outrora Amós o fizera.

Claro e evidente que Ele está nas grandes lojas ou supermercados, porém, não é um objeto de compra e venda, nem de consumo. Pensem nisso, nem de consumo.








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