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COLUNISTAS
Marcos Gabiroba e a crônica da semana "O natal hoje é um tempo para muita reflexão"
10/12/2018

Dezembro é o mês do Natal, uma das maiores festas no Brasil e no mundo. As lojas, mercados, padarias, farmácias, drogarias, supermercados, enfim, o comércio no geral preparam-se com luzes, enfeites e cores, as mais variadas para chamar a atenção do consumidor para suas compras. Nada a deixar para a última hora.

Entretanto, também é o momento para se perguntar: quantos conhecem seu sentido verdadeiro? Para a maioria das pessoas, Natal tem a ver com festa, champanhe, panetone, peru ou chester, presentes, luzes e Papai Noel – um Natal bem atual, mas bem distante do Natal da Bíblia. Para outros, o Natal é sinônimo de confraternização e reunião de família, de reconciliação e de fazer as pazes. Menos mal. Outros, ainda, preocupam-se em praticar boas ações: ajudar a uma família necessitada ou alegrar crianças carentes. No entanto, por mais nobres que sejam essas ações e bem intencionados quem as pratica, quando muito podem ser consequências de ser ter entendido a essência do Natal. O que, então, é o Natal? Qual é o seu verdadeiro significado?

O Natal bíblico e cristão é a comemoração do nascimento do Senhor Jesus, nosso salvador. E tudo mais, por melhor que seja só faz sentido se vier como consequência dessa comemoração. Por exemplo: doar um presente a uma família necessitada na época do Natal como gesto de gratidão pela bênção que Deus nos concede durante todo um ano. Natal é alegrar uma criança porque Jesus Cristo veio ao mundo para trazer a alegria verdadeira de que já desfrutamos. Acender luzes no Natal é saber que Jesus, o Cristo é a Luz do mundo. Perdoar a que nos tem ofendido e reconciliar com alguém que nos tenha prejudicado por palavras, ofensas e ações contrárias ao nosso entendimento, pois Jesus nos trouxe perdão e nova vida para crescermos diante d’Ele e de nossos irmãos.

Celebrar o Natal e confraternizar com a família, sem esquecer-se de que o nascimento de Cristo Jesus é a razão de toda uma comemoração. Aqui e agora cabe uma pergunta: Como você, caro ouvinte tem comemorado o Natal? Como vai comemorar o Natal neste ano? Você pode festejar, pode dar e receber presentes; pode também, alegrar-se e alegrar outros que, às vezes, não têm o quê e como comemorar, Já pensou nisso? Mas, não se esqueça de que Jesus é o centro de toda a festa e a razão do Natal. Ele sempre foi e será o maior presente de Deus nos deu para a redenção de todos nós. Pensem nisso.

Nas leituras bíblicas, estas dizem algo parecido, mas mesmo assim diferentes do que assistimos nos tempos modernos. Quando eu era criança obtive ensinamentos de meus pais que falar é igual à prata e o silêncio é como o ouro, sim, porém, a opção mais valiosa – é, ainda, a transformação desse ouro numa obra de arte interior. Entretanto, é preciso que tenhamos o discernimento que não se trata de qualquer ação que não se transforma, mas o que é dito no momento certo. E como é saber quando será o momento certo? Existe uma porção de recomendações a respeito na sabedoria popular, muitas delas, realmente, boas e bem intencionadas, mas uma coisa é fora de dúvida: antes do momento certo sempre haverá outro instante, usado para pensar. Este pode ser bem curto ou muito extenso, mas é indispensável – e se, ao pensar no que pretendemos dizer, ficarmos em dúvida sobre a oportunidade, então de fato será melhor calar. Quem sabe, então, mais tarde..., falar mais tarde, e como saber quando será o momento certo, não é mesmo?

A propósito, já que essa palavra oportuna é como a prata, por que será que no silêncio, que é o ouro é tão importante e valiosa? As razões são duas: porque não se estraga e porque é raro. “Quem tem conhecimento é comedido no falar” (Pv 17.27). Portanto, pensar antes de falar é bom e necessário, mas pensar em sintonia com Deus é o que realmente importa. Assim, o que dissermos será, citando Paulo, “palavras que agradam e temperadas com sal”. Amigos e ouvintes: “Não tenha você um Feliz Natal – apenas, mais uma vida feliz com e em Jesus, O Cristo e Senhor nosso”. Falar é bom, dizer algo é melhor, transmitir a sabedoria de Deus é excelente. Escolha, pois neste período em que antecede o Natal amar mais os outros, principalmente os mais necessitados e tenha Deus permanentemente em sua vida. Eis a questão e pensem nisso. Embebedar-se, empanturrar-se em comidas típicas do tempo e falar demais se esquecendo de Deus nos outros é ser pior, muito pior que o bronze com ferrugem, marca para sempre e não serve para nada. Tal como o sal que não presta é jogado fora. Pensem também nisso.

 








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