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Bom dia - Itabira, sexta, 14 de maio de 2021 Hora: 09:05

COLUNISTAS
Marcos Gabiroba e a crônica da semana “Recordando o Natal: a virgem e o menino”
14/12/2020

Dezembro é o mês do Natal, uma das maiores festas no Brasil e quiçá no mundo. Mas quantos conhecem o seu verdadeiro sentido? Para a maioria das pessoas, Natal tem a ver com festa, champanha, panetone, peru ou chester, presentes, luzes e Papai Noel – um Natal bem atual, mas distante da Bíblia. Para outros Natal é sinônimo de confraternização e reunião de família, de reconciliação e de fazer as pazes. Menos mal. Outros, ainda, preocupam-se em praticar boas ações: ajudar uma família necessitada ou alegrar crianças carentes. No entanto, por mais nobre que sejam as ações, bem intencionado, ou não, quem as pratica, pode ter como consequência ser a de que tenha entendido a essência do Natal. O que, então é o Natal? Qual é o seu verdadeiro significado? O Natal bíblico e cristão é a comemoração do nascimento de Jesus Cristo, nosso Salvador. E tudo o mais, por melhor que seja só faz sentido se vier como se desfrutar dessa comemoração. Por exemplo: dou um presente a uma família necessitada na época do Natal como gesto de gratidão pela bênção que Deus me deu, ou, alegro uma criança no Natal porque Jesus Cristo veio trazer a alegria da qual já desfrutei, não é mesmo? Acendo luzes no Natal porque sei que Jesus Cristo é a Luz do Mundo. Perdoo a quem me tem ofendido e me reconcilio com alguém que me tenha desentendido porque Jesus trouxe perdão, a boa nova e nova vida para todos, indistintamente.

Celebro o Natal e confraternizo com minha família, sem esquecer-me de que o nascimento de Jesus é a razão de toda a comemoração. Como você, caro ouvinte, tem comemorado o seu Natal? Como você, caro ouvinte vai comemorar o Natal deste ano?

Você pode dar e receber presentes, pode se alegrar e alegrar outras pessoas. Mas que tudo isso seja porque você sabe que Jesus é o centro de toda a festa e a razão do Natal existir. Ele é o maior presente de Deus para você e para todos nós. Já pensou nisso?

Por isso o Natal deve ser maravilhoso em sua e em nossa vida, hoje! Não tenha um feliz Natal, apenas, mais uma vida inteira feliz com Jesus, inteiramente renascido em seu coração. Pensem nisso.

Recordar o Natal de anos anteriores foi bom, muito bom. O maior de todos os conquistadores na face da Terra conhecia, de antemão, as dificuldades do campo em que Lhe cabia operar. Estava certo de que entre as criaturas humanas não encontraria lugar para nascer, à vista do egoísmo que lhes trancava os corações. No entanto, buscou-as, espontâneo, asilando-se no casebre dos animais. Sabia que os doutores da Lei ouvi-lo-iam indiferentes aos ensinamentos da vida eterna de que se fazia portador.

Contudo, entregou-lhes, confiante, a Divina Palavra. Não desconhecia que contava, simplesmente, com homens frágeis e iletrados para a divulgação dos princípios redentores que lhes vibravam na plataforma sublime e abraçou-os tais como eram.

Reconhecia que as tribunas da glória cultural de seu tempo se lhes mantinham cerradas, mas transmitiu-lhes as boas novas do Reino da Luz e às multidões dos necessitados, inscrevendo-as na alma do povo de então. Não ignorava que o mal lhe agrediria as mãos generosas pelo bem que espalhava. Entretanto, não deixou de suportar a ingratidão e a crueldade com brandura e entendimento. Permanecia convicto de que as nações de verdade e amor que veiculava levantariam contra Ele as matilhas das perseguições e do ódio. Todavia, não desertou do apostolado, aceitando, sem queixa, o suplício da Cruz com que Lhe sufocavam a voz. É por isso que o Natal não é apenas a promessa da fraternidade e da paz que se renova alegremente, entre os homens, mas, acima de tudo, é a reiterada mensagem do Cristo que nos induz a servir sempre, compreendendo que o mundo pode mostrar deficiências e imperfeições, trevas e chagas; que é nosso dever amá-lo mesmo assim. “Deus ensinou à humanidade naquele primeiro Natal, o que era o ser homem; dar, e não tomar; servir, e não dominar, nutrir e não devorar...” (Charles Kingsley)

Meus amigos e ouvintes pensem nisso: foi um fardo pesado ter Deus ordenado à Virgem prestes a dar à luz que saísse de casa e percorresse, mais ou menos, trinta e três léguas, distância entre Nazaré, onde morava até Belém e, lá chegando, não encontrar pousada: outra dificuldade. Instalaram naquele estábulo: outra incomodidade. Que os Anjos louvem Nossa Senhora. A Virgem percebe que se aproxima o momento do parto. À meia noite – não entre dores, porque não as teve, experimenta uma grande alegria, tanto maior quanto mais se aproxima o momento do parto. E porque não havia na estalagem um lugar adequado, dirige-se à gruta para dar à luz o Senhor dos céus e da terra. Ergue os olhos ao céu. Quando toma consciência, vê diante dela o menino, que chora. Quem nos dera contemplar a Virgem ajoelhada diante d’Ele! Como sabia que era Deus, não ousava, por reverência, toma-lo nos braços; mas, como era seu filho, queria por outro lado estreitá-lo contra si com amor.

Adora-O como verdadeiro Deus e depois o toma em seus braços. Toma-O nos braços e dá-Lhe de mamar do seu leite virginal. Quereis ver de todas as coisas lindas e mais lindas? Vede uma donzela no presépio de Belém com um Donzel nos braços, dando- Lhe de mamar. Estais contente, Igreja por terdes agora Aquele que tanto desejáveis e de quem dizíeis – “Quem me dera ver-Te, meu irmão, nos braços de minha mãe, mamando no seu seio!, conforme está escrito no Livro Cântico, capítulo 8, versículo 1; quem me dera receber esta graça de ver-Te nos braços de tua Mãe! Que me dera ver-Te nos braços de uma donzela, sem que ninguém me censurasse. A partir de hoje, Deus Pai não me censurará, porque me deu o seu filho; nem Deus filho me censurará, porque se dá a mim como irmão; nem Deus Espírito Santo, pois foi Ele quem realizou tudo isso. Bem-aventurados os homens, por cujos bem nos foi dada tanta honra e tanto bem!” Eis pois, o Menino-recém-nascido! Pensem nisso meus amigos e ouvintes. Jesus Ontem, Hoje e Sempre! (São João de Ávila)








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