Um homem foi abordado pela Polícia Militar no último sábado (26), nas proximidades do km 10 da rodovia LMG-779, conhecida como Estrada do Forninho, entre João Monlevade e Itabira, após familiares de uma criança denunciarem uma suposta conduta de natureza sexual envolvendo a menor.

Segundo as informações repassadas aos militares, o episódio teria ocorrido no dia 19 de setembro, quando o homem teria se aproximado da criança, perguntado seu nome e sua idade e, posteriormente, feito um pedido de natureza sexual. A mãe da criança apresentou à Polícia Militar um áudio contendo o relato da filha, além de vídeos relacionados ao episódio.
No sábado (26), familiares teriam localizado o homem e iniciado uma perseguição para cobrar explicações. Conforme o relato, ele seguiu de carro em direção a Itabira, mas acabou parando na Estrada do Forninho após o veículo apresentar um problema mecânico. O homem foi alcançado e cercado pelos familiares até a chegada das equipes da Polícia Militar.
De acordo com as informações da ocorrência, os militares acionados pelo Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM) do 26º Batalhão receberam inicialmente a informação de que o homem seria suspeito de um possível estupro ocorrido em João Monlevade.
Durante a averiguação, entretanto, foram identificadas divergências em relação às informações repassadas inicialmente. A ocorrência relacionada à denúncia envolvendo a criança ficou sob responsabilidade dos militares de João Monlevade, para o registro e as providências cabíveis.
Questionado especificamente sobre o episódio relatado pela família, o homem negou a acusação.
Durante a fiscalização do automóvel, a Polícia Militar Rodoviária (PMRv) identificou irregularidades que, segundo os militares, não poderiam ser solucionadas no local e comprometiam as condições de segurança do veículo.
Entre os problemas constatados estava a utilização de película nos vidros que prejudicava a visibilidade pelos retrovisores laterais. Diante das irregularidades, o automóvel foi removido para um pátio credenciado.
A denúncia envolvendo a criança foi registrada pelas autoridades para a adoção das medidas cabíveis. Como se trata de uma investigação e houve apenas uma acusação, não há, até o momento, condenação ou comprovação judicial da prática do crime atribuído ao homem.
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