IPATINGA (MG) – Uma mulher de 37 anos foi presa após dirigir sob efeito de álcool e provocar uma sequência de colisões na noite de quinta-feira, 5 de março de 2026, na Rua Pedras Bonitas, no bairro Iguaçu, em Ipatinga.

De acordo com informações da Polícia Militar, a caminhonete conduzida por ela atingiu um carro estacionado, derrubou uma motocicleta, danificou mesas instaladas em uma praça pública e terminou após colidir contra uma árvore. A equipe policial foi acionada após relatos de que o veículo havia perdido o controle da direção, colidido contra outro automóvel e invadido o espaço da praça. No local, os militares encontraram a condutora, que afirmou ter ingerido bebida alcoólica antes de assumir a direção do veículo.
A mulher relatou ainda que decidiu dirigir porque seu companheiro teria consumido quantidade maior de bebida alcoólica e não teria condições de conduzir o automóvel. Segundo ela, ao realizar uma conversão à direita nas proximidades da praça, sofreu um espasmo na perna em decorrência de uma cirurgia recente no joelho esquerdo, o que teria provocado a soltura brusca da embreagem e a perda do controle da caminhonete.
Com isso, o veículo colidiu inicialmente na traseira de um automóvel que estava estacionado. O impacto projetou o carro para frente, atingindo uma motocicleta que também estava parada no local. Na sequência, a caminhonete ainda atingiu dois conjuntos de mesas instalados na praça e, por fim, bateu contra uma árvore.
Durante a abordagem, os militares observaram sinais de alteração da capacidade psicomotora da condutora, como hálito etílico, olhos avermelhados e fala desconexa. O teste do etilômetro foi oferecido, porém ela se recusou a realizar o procedimento.
Como não havia condutor habilitado para assumir a direção do veículo, foi acionado um guincho para remover a caminhonete para um pátio credenciado. Ao ser solicitada a apresentar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), a mulher afirmou possuir o documento, mas disse que não estava portando no momento. Após consulta no sistema, os militares constataram que não havia registro de habilitação em seu nome.
Diante da situação, a mulher foi conduzida à Delegacia de Polícia Civil para as providências cabíveis.
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