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COLUNISTAS
Marcos Gabiroba e a crônica da semana “A divisão não é obra de deus! sua decisão é agora”
29/10/2018

Passado o primeiro turno das eleições, confirmados para a peleja final, Jair Bolsonaro e Fernando Hadad, estes após o interstício dos dias e, após as movimentações em busca de apoios dos partidos e candidatos derrotados na primeira fase, neste domingo os destinos do Brasil serão determinados. Bolsonaro que hoje detém a maioria dos votos segundo pesquisas tem tudo ou quase tudo para ser o novo Presidente da República Federativa do Brasil.

Sabemos que um dos principais pecados na política brasileira é a omissão. A opção pela neutralidade mostra o tamanho da insegurança que ronda os principais caciques partidários que, em sua totalidade, ora foram abatidos pelas urnas. A limpeza que a população promoveu no primeiro turno das eleições ligou o sinal de alerta para as velhas e conhecidas raposas da política brasileira. Claro que, o eleitor em fúria apresentou-se para votar com o fígado e seu recado ecoou por todas as direções partidárias. Isto foi uma realidade.

O objetivo de se mostrar neutralidade no segundo turno, claro que esta atitude é fajuta e nós já a conhecemos desde outros carnavais, é liberar os candidatos dos diferentes Estados, especialmente àqueles que enfrentam o segundo turno, para buscar o seu próprio caminho, sem fechar portas. È a famosa garupa do cavalo arreado, por isso são os eternos garupeiros, ou, como queiram, os paraquedistas.

Como no momento atual estamos diante de duas propostas, seja no aspecto nacional e regional, assumir, declaradamente, o apoio a Bolsonaro ou Hadad, Zema ou Anastasia pode obstruir canais que levam a votos importantes.

Para tristeza dos tucanos e alegria dos lulistas e vice versa entraram em crise. No grupo dos tucanos o fiasco foi abominável e as brigas internas já começaram, e o partido tão amado e proclamado a quatro ventos ficou rachado. Enquanto Fernando Henrique Cardoso, em São Paulo diz que não votará em Bolsonaro, João Dória do seu partido segue sentido oposto, assim como em Minas, Anastasia ficou em cima do muro, Zema que lidera todas as pesquisas em seu partido, o Novo, rasga elogios peculiares ao candidato que levou as primárias, isto é Bolsonaro.

Nesta linha seguem outros Estados da nação brasileira e outros de somenos importância seguem a linha da neutralidade. A neutralidade serviu e serve de um lado, para evitar a contaminação do antipetismo em candidaturas que poderiam ser facilmente prejudicadas pela associação com a opção por Hadad como no Distrito Federal e outros Estados que, manifestamente já declararam suas opções. Do outro lado, visa trazer prudência em um segundo turno em que Bolsonaro mostra-se cada vez mais próximo da vitória. Já pensaram nisso?

Do lado de fora dessa conjuntura, o condomínio chamado “centrão” somente espera a confirmação do vencedor para tentar impor seu jogo. A neutralidade marota faz parte da estratégia de se posicionar diante do novo governo. Aqueles políticos matreiros e velhas raposas que tomam conta do galinheiro têm preferência por Hadad, pois em uma eventual administração petista, sabem que seus lugares estão reservados no jogo do “toma lá, dá cá”; ao contrário, uma vitória do Bolsonaro – onde paira a incerteza para o fisiologismo, seus adeptos armam conjecturas sabendo que o homem não aceita falcatruas, nem jogo do “apoiou, ganhou”. A eleição do candidato do PSL tende a romper com as estruturas tradicionais de negociação e irá diminuir o poder da burocracia, um movimento que assusta os partidos, mas seduz o eleitor. Esta é outra realidade que está reservada para um futuro, ainda incerto, porém, animador. Pensem nisso.

Bolsonaro não é homem de meias palavras, é oito ou oitenta. A coisa com ele é de seriedade. Bobeou, cai do cavalo. Pensando bem o país necessita de uma reviravolta. Chega de banditismo. Chega de enganar o povo. Chega de roubar do povo àquilo que lhe pertence de direito. Pagar imposto é o dever de todo cidadão.

Chega de os menos favorecidos serem surrupiados e os magnatas rirem à nossa cara. Chega do desconto em folha do trabalhador e bancos e milionários se apoderarem de toda riqueza sem nada dar em troca. O país tem que ser diferente e, esta diferença, sem dúvida virá com Bolsonaro no poder. Assim creio, assim espero.

As experiências com os governos petistas nos levaram à bancarrota. Enquanto pagávamos os impostos por uma porta, dez, vinte, cinquenta, cem portas eram abertas para a roubalheira. Já pensaram nisso. Hadad, sem dúvida alguma, representa este triste período de nossa história e que agora quer porque quer retornar para que tudo volte ao passado negro que outrora vivemos e, até hoje pagamos a conta sem sabermos quando isso terminará. Por isso, pensemos, decididamente neste domingo: a hora de mudar tudo isso que aí está é neste domingo, pois ainda há tempo.

No Estado a situação é a mesma, porém, uma grande diferença separa os dois candidatos: a dignidade, a experiência e honradez de um contra o entusiasmo e a juventude de outro, ainda que seja um novo do Novo. Também pensem nisso.








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