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COLUNISTAS
Marcos Gabiroba e a crônica da semana “Professores e médicos, verdadeiros sacerdotes”?
22/10/2018

Falar da docência é falar das várias profissões que transpõem e se sobrepõem a esta. Enquanto professores, são eles nos tempos atuais, verdadeiros mágicos. Não os mágicos que espalham suas magias para enganar, mas magias ao fazerem malabares com diversas situações que atingem nossa imagem e a vida pessoal. São atores, são atrizes, que interpretam a vida como ela é, e é sentindo e transmitindo emoções no conviver com tantas performances. Os professores são médicos, quando recebem em suas salas de aulas crianças acometidas por uma doença da modernidade, isto é, pela miséria, pela falta de tempo da família, pela carência de tempo de viver a própria infância. São os professores e médicos psicólogos, quando ouvem as lamentações advindas de uma realidade dura, que quase sempre os impedem de agir diante do pouco a se fazer. São os faxineiros, quando tentam lavar a alma dos pequenos, das mazelas que machucam estes seres tão frágeis e tão heroicos ao mesmo tempo. São os arquitetos, ao tentarem construir conhecimentos que, às vezes, nem sabem se precisos, que nem sabem se adequados. É só parar para pensar que talvez seja possível encontrar em cada profissão o existir de um traço, uma marca definitiva daqueles professores que passaram por nossas vidas. Contudo ser professor, ser professora é ser o único, pois a docência está em tudo, passa por todos, e é a profissão mais difícil, mas a mais necessária. Ser professor(a) é ser essência, sem saber as respostas. Ser professor(a) é sempre estar tentando novas técnicas, novas metodologias e novas atrações para conquistar os alunos. Às vezes, acertam, outras erram, porém, sempre mediando. Ser professor(a) é ter e ser emoção. Cada dia um desafio. Cada aluno uma lição. Cada plano de aulas, um crescimento. Ser professor(a) é perseverar, pois, diante a tantas lamúrias “não sei o que aqui faço, por que aqui fico?” fica a certeza de que Educar parece latente, é obstinação. Ser professor(a) é peculiar, pulsa firme em suas veias. O professor(a) ama e odeia seu ofício de ensinar. Isto faz parte do seu amor incondicional. É um Ofício que arde e queima. Parece mágica, ou mesmo feitiço. Na verdade, não larga essa luta que é de muitos.

O segredo está em seus alunos, na sua sala de aula, na alegria de ensinar e na realização que vem da alma e não se pode explicar. Ou melhor, não tem explicação. Não basta ser bom tão somente, tem que amar e gostar, pois esta é a sua profissão. A Crônica de hoje parabeniza nossos professores(as) de ontem que marcaram nossas vidas: dona Maria Emília Lage, Isabel Costa, Altair Viana Zanon, Lena Viana Camilo de Oliveira Lage, todas egressas da Escola Rural da Gabiroba; Júlia Jabour, a inesquecível no 5º ano(Admissão ao Ginásio); dona Dinorah Alvarenga. Dona Lelê, Maria Quintão, Alda Drumond, Emília D’Caux, Mariinha Andrade, Natércia Diniz, Max D’Caux, dr. Pedro Guerra, Ésio Garcia, Paulo Sampaio Guerra, Mister Kay Hannaguensen, Ninico Amâncio, Télio, José do Carmo Lage, todos professores do Curso Ginasial, e as Irmãs do Colégio Nossa Senhora das Dores, educandário este ainda resistente às novas normas, metodologias e embustes do tempo, e, a todos professores e educadores de Itabira, Minas e do Brasil, em especial àqueles(as) que acreditaram e lutaram por uma educação transformadora, e a todos(as) que ainda despertam nos educandos o olhar-respeito, o olhar-direitos, o olhar-reconhecimento diante do Outro tão diverso.

Parabéns. Nossa homenagem às sacerdotisas de hoje.

Mês de outubro é um mês privilegiado. Quinta-feira última, 18 foi o dia dos Médicos. Pensemos um pouco: Ser Médico também é uma vocação sacerdotal, um profissional responsável por cuidar e promover a saúde de toda a população. Essa data foi escolhida em referência ao Dia de São Lucas, o santo padroeiro da Medicina. O médico é o profissional responsável por descobrir as enfermidades que atingem determinado paciente, fornecendo suporte e indicações adequadas para que haja a cura. É ele também o responsável por indicar formas de prevenir doenças e orientar o indivíduo para que esse possa ter uma vida mais saudável. A medicina, sem dúvidas, é uma das áreas do conhecimento que exige maior comprometimento e responsabilidade por parte do profissional. Para ser um bom médico, é fundamental um investimento constante em aperfeiçoamento, ficando sempre bem informado a respeito das novas descobertas científicas, conhecendo novos tratamentos e exames, além de estar atento às novas doenças que surgem a todo tempo. O bom médico, além de ter um bom embasamento teórico, deve saber relacionar-se, promovendo uma relação de confiança com seu paciente. A relação médico-paciente é fundamental para o andamento adequado do tratamento, uma vez que o paciente sente-se à vontade para falar em detalhes o que lhe aflige. Assim sendo, é fundamental que o médico abra espaço para questionamentos e saiba explicar de maneira atenciosa e cuidadosa o que acomete a cada pessoa. A relação de confiança estabelecida entre médico-paciente também é importante nos momentos de grande dor, como ao informar sobre uma doença terminal. O médico deve estar preparado para encarar a morte e ajudar os parentes e até mesmo o paciente a encarar esse momento tão difícil. Além de toda responsabilidade em torno dessa profissão, os médicos enfrentam grandes dificuldades cotidianamente, como a falta de estrutura de muitos hospitais brasileiros e também a falta de recursos. Infelizmente, sem condições de trabalho, não conseguem desempenhar de maneira adequada o seu papel, o que gera insatisfação por parte dos pacientes. Diante de tantos desafios, os médicos merecem que neste 18 de outubro seja uma data para o reconhecimento desse profissional e de sua importância para a sociedade. Também é um momento para pedir maiores investimentos na saúde e garantia de condições adequadas de trabalho. Pensem nisso e parabéns a você médico ou médica especializados, ou não, em salvar vidas, lembrando que, num mercado cada vez mais selvagem, a categoria unida tenha voz ativa nas decisões que impactam não só o seu trabalho, mas também e principalmente na saúde e na vida da população.








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