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COLUNISTAS
Marcos Gabiroba a crônica da semana “Parabéns papai, hoje é o seu dia”
13/08/2018

Amigos e ouvintes de nosso encontro semanal, minha saudação inicial hoje é dirigida diretamente aos pais, cumprimentando-os pelo seu dia, o Dia dos Pais com este pensamento de Lin Yutang que, dele faço minhas palavras: “Um homem normal ama a seus filhos, um homem superior ama também aos seus pais”. A paternidade responsável é abençoada e nada fácil arte nos diversos perfis de pais no mundo hodierno: pai presente, pai ausente, pai rígido, pai heroi, pai amigo, pai... Que bom seria se todos pudessem falar de pai com boas lembranças, como felizmente é o nosso caso, mas lamentavelmente, muitos ainda carregam mágoas profundas pela falta de um pai amoroso e verdadeiramente presente.

A palavra “pai” de origem latina “pater” tem um conceito muito amplo e não se restringe a quem é pai biológico de alguém. Como sabemos São José, não foi o pai biológico de Jesus, mas sua importância na vida do Menino Deus foi a mais digna da formação e da educação a um ser humano, um ser humano Divino. Maria, a mãe biológica de Jesus era filha de São Joaquim e Santa Ana, uma mulher exemplar para e na criação de seu filho, Jesus. No coração de Ana, avó de Jesus, o primeiro sentimento que reaviva nossos corações é de gratidão por dar a vida à Mãe do Filho de Deus. A tarefa educativa dos avós é muito importante e torna-se ainda mais quando por diversos motivos, os pais não são capazes de assegurar uma presença adequada ao lado dos filhos, em idade de crescimento. É importante lembrar que os avós na família são os depositários e testemunhas dos valores fundamentais da vida. A família é a base da sociedade e o lugar onde as pessoas aprendem os valores sólidos morais para toda a vida. Pais e avós têm direitos e responsabilidades específicas na educação dos filhos e netos. Cada filho é único! E deve honrar o 4º Mandamento da Lei Divina: “Honrar pai e mãe”! Neste Dia dos Pais é costume dar presentes. Isto é ótimo! É muito bom! Estar presente é muito melhor! Meu pai, seu pai caro ouvinte foi e é o protetor da fé e na fé, na bondade e na justiça. Mas antes de tudo isso é preciso contar com a Paternidade primeira: a de Deus. Afinal, somos todos pais e filhos, não é mesmo? Antes de tudo e de mais nada somos Filhos de Deus! Tomo para mim, com exclusividade, que tenho dois pais. O Pai que habita nas paragens onde se processam as alegrias que nos são concedidas e, o pai que mora no cotidiano onde se lavram os labores que nos esculpem para o amanhã. Pai celeste. Mãos que se estendem sobre o vazio onde há permissão para devaneios... Pai que está ao meu lado, pai meu de mãos que se alargam para afastar as intempéries do agora. Pai de olhos serenos e onipotentes que me vigia pelas frestas do tempo para comigo veladamente caminhar. Amparar.

Pai de olhos argutos e presente que me espreita pelas vielas do zelo para discretamente proteger-me. Cuidar de mim. Tenho dois pais. “Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o teu nome...” Pai meu que comigo estás, abençoado sejas pelo que és e pelo que me dás em todos os momentos de minha vida. Pai Celeste, obrigado! Pai meu, obrigado! Abba! Nas palavras de seu Filho Jesus. Hoje dia dos Pais. Paremos um pouco no nosso labutar e pensemos sobre o nosso patrono: São José. A Bíblia muito pouco, ou quase nada fala dele. Poucas são as citações sobre ele, ele o Pai Adotivo de Jesus. José era um homem comum e seus vizinhos não sabiam que ele estava cuidando do Messias e de sua educação. Às vezes, ele tinha medo e hesitava, mas recebia a orientação de Deus e obedecia sem fazer perguntas. Este homem de princípios foi ao que parece, um marido e pai exemplar, um modelo de fidelidade ao garoto que criou como seu próprio filho e a quem ensinou sua profissão, a carpintaria, como todo bom pai fazia naquela época.

Pensando na vida de José, o que faríamos hoje, em seu lugar? Temos dado atenção às mensagens angelicais que recebemos em sonhos, como José as recebeu, ou damos ouvidos às malversações mundanas? Obedecemos a Deus, sem contestar ou tomamos decisões baseadas em nossos próprios conceitos e vontades? São perguntas que não calam. Talvez, hoje com o aperfeiçoamento do mundo moderno não precisamos mais de mensagens angelicais em sonhos, pois a Bíblia, a mesma usada por José no seu tempo, o Torá, contém os registros da vontade de Deus e orientações práticas para uma vida cristã. Além disso, o Espírito Santo, sempre presente, nos orienta a seguir o caminho de quem deseja cumprir os propósitos de Deus. Não é mesmo? Você caro ouvinte que é pai, ou mãe/pai, ou pai/mãe tem seguido as orientações que Deus, cotidianamente lhe oferece? Tem buscado fazer o que Deus quer, não importando sua própria vontade? Permite que Deus guie sua vida assim como fez com São José? São José tinha motivos para duvidar das orientações divinas que recebia através de sonhos, ou teve fé suficiente para segui-las? Confiar em Deus e obedecer-lhe é o que dá valor à vida, não é mesmo?

Pensem nisso, pai de hoje. Para encerrar tomo emprestado de Santo Agostinho: “Gloria filiorum patres eorum”, isto é “A glória dos filhos são seus pais”, ou ainda “Vera devotio est imitari quem colimus”, ou seja, A devoção verdadeira consiste exatamente na imitação. Tal pai, tal filho. E, de Ana Vilela, escritora, poetisa, compositora e cantora mineira esses versos: “Segura teu filho no colo, sorria e abraça os teus pais, enquanto estão aqui, pois a vida é trem bala, parceiro e, a gente é só passageiro prestes a partir”. Pensem nisso e tenho dito. Parabéns papai, hoje é o seu dia.








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