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COLUNISTAS
Marcos Gabiroba e a crônica da semana “Cotidiano, o que é o cotidiano em nossas vidas?”
28/05/2018

Meus amigos e amigas, você que no acompanha, semanalmente, através deste canal de comunicação, observe que no mundo em que vivemos atualmente tem acontecido um movimento de pessoas no sentido de buscarem o que chamamos de “qualidade de vida”. Já prestaram atenção nisso? Qualidade esta buscada na satisfação das necessidades materiais e em todos os aspectos da vida do ser humano na família, no trabalho, nas relações interpessoais e até mesmo na relação consigo mesmo. Este movimento é coerente a partir do momento em que você entra em permanente contato com Deus, para Deus e em Deus e com todos aqueles que se achegam a você.

Neste mundo globalizado vivemos mudanças profundas de comportamento e de relacionamento entre pessoas, empresas, entidades, governos e países. A luta pela sobrevivência, o fator econômico-financeiro, trabalho, a competitividade, a velocidade dos fatos e a produtividade exigida são marcantes. Por isso, é muito grande o acúmulo de atividades e tarefas que as pessoas necessitam realizar tanto no seu ambiente profissional quanto fora dele.

Ao conviver com esta realidade e com os seus próprios problemas, as pessoas recebem os estímulos externos negativos e aí surgem o estresse e o sofrimento inevitáveis. Sentimentos como a solidão, depressão, alienação, ansiedade, angústia, insegurança e melancolia estão muito presentes na vida das pessoas. Já pensou nisso? São as doenças dos tempos modernos! Muitos temem o futuro incerto e lutam para sobreviver, enfrentar e superar as incertezas e dificuldades atuais, não é mesmo? Nunca as pessoas procuraram tantas ajudas como a ingestão de remédios e drogas, terapias, busca pela religião e pelo espiritual, entre outros e outras de somenos importância. Não é mesmo? Esta é uma realidade insofismável. Algumas das realidades vividas por nós cotidianamente tornam-se verdadeiros desafios.

Como conviver com tudo isso? Qual o objetivo destas coisas em nossas vidas? Por que estamos vivendo estas ou aquelas dificuldades? Somos forçados a conviver com todo tipo de situações quando muitas vezes não estamos preparados para tanto? Meus amigos e minhas amigas para enfrentarmos, em muitos casos se faz necessária certa preparação no campo espiritual e emocional e, até mental. Esta preparação que naturalmente muda nossa forma de pensar e sentir para convivermos bem conosco e com nossos próximos e sermos bem-sucedidos, tanto profissionalmente quanto em família é realizarmos tudo aquilo que nos facilita é orarmos, ter fé em Deus e mudar os nossos propósitos de vida. Já pensou nisso?

Pois saibam que um grande número de pessoas, cada vez maior está se conscientizando desta necessidade. Ninguém é uma ilha e não precisa viver só.

Cada um de nós possui uma singular bagagem de capacidades que estão sempre sendo desenvolvidas e transformadas no transcorrer de nossas vidas. Tais habilidades são do que dispomos para enfrentar a realidade atual com seus desafios e frustrações naturais da vida moderna. Experiências de alegrias e realizações vivenciadas por nós e comportamentos saudáveis que possuímos, naturalmente são bem vindos e não precisam ser questionados.

Porém, diante dos nossos pensamentos, sentimentos e atitudes ainda inadequados e daquelas situações e relações que geram conflitos, ansiedade, preocupações, desgastes e angústia, muitos de nós normalmente acomodam e aceitam a própria realidade interior e dos fatos. Não demonstramos força e iniciativa para enfrentar e tentar transformar o nosso íntimo, nossas atitudes e as situações corriqueiras.

É frequente adotarmos alguns truques psicológicos ou mecanismos de defesa que nos garantem segurança e proteção. Como por exemplo, não queremos ver realmente o problema, achamos que aquilo que estamos vivendo é normal, que não tem solução, que a nossa mudança é difícil, que vai ser difícil resolver determinada situação, que as coisas sempre foram assim e que aquela dificuldade interna ou problema também fazem parte da maioria da vida das pessoas e por isso não precisam ser modificadas. Esta é uma realidade insofismável, não é mesmo?

Quantas vezes em nossa vida pessoal usamos estes artifícios para não enfrentarmos a nossa realidade e não reconhecermos nossas imperfeições? Somos imperfeitos e essa realidade é muito dolorosa, por isso, sempre a rejeitamos. Já pensou nisso?

Nossa natureza humana é preguiçosa e normalmente procura evitar qualquer esforço que não seja associado à gratificação de nossos desejos mais imediatos.

Temos o costume de nos distrair com os fatos da vida, não é mesmo?, e de nos habituar com a rotina diária e esquecemo-nos de resolver nossas questões mais íntimas que nos trarão mais bem-estar e qualidade de vida. Aproveitamos pouco o tempo em atividades para cuidar de nós mesmos e de nossos mais próximos, seja no aspecto físico, emocional, mental e espiritual. Pensem nisso.

Esta crônica de hoje terá continuidade na próxima semana, se Deus quiser, pois ela é muito importante para o nosso cotidiano. E, para não dizer que não falei das flores guarde este pensamento: “Aquele que não pode perdoar destrói a ponte sobre a qual ele mesmo deve passar”. (George Herbert)








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