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COLUNISTAS
Marcos Gabiroba e a crônica da semana “Trocar a roupa suja. que pesadelo”
16/01/2018

Conta-se que um navio cargueiro de uma esquadra londrina, após mais de trinta dias em alto mar, sem que nenhum dos tripulantes tomasse banho. O trabalho era intenso e não havia água potável suficiente para que todos a usassem. O navio possuía um odor horrível, momento em que o ordenança se dirigiu ao Capitão comunicando-lhe o fato e que ninguém mais suportava aquele mau cheiro. O Capitão ouviu, atentamente, sua ordenança, e determinou: - “que todos troquem de roupa”! O comandado reuniu todos na proa do navio e comunicou-lhe: - O Capitão mandou que todos troquem de roupa. Ordem dada, ordem cumprida. A trocou de roupa com B; C trocou de roupa com D e assim todos sucessivamente. O ordenança retornou à cabine do Capitão e disse-lhe: “Todos já trocaram de roupa”, porém, o mau cheiro continua o mesmo...

Amigos, qual minha pretensão com essa estória de hoje? Claro que você ouvinte já imaginou do que se trata, não é? Pois é. É exatamente o que desejo. Que você a partir de agora comece a pensar que este ano de 2018 teremos eleições gerais neste país “grande e bobo”. Para presidente fala-se muito em candidatos: Lula, Bolsonaro, João Dória, Geraldo Alkmin, Álvaro Dias, Luciano Huck, Joaquim Barbosa, Rodrigo Maia e tantos outros que nossa vã filosofia até duvida, não é mesmo?

Gente, estamos num mato sem cachorro. Até que ponto chegamos? Para do Estado a situação é pior do que se imagina e imaginem os futuros candidatos a deputado federal e os candidatos a estadual. A coisa tá feia, meu irmão e minha irmã. Será que teremos uma repetição da estória acima. Os pretendentes aos cargos eletivos somente irão tocar de roupa como os marinheiros e o fedor será o mesmo? Tudo indica que sim, por isso, é necessário que acordemos agora antes que seja tarde.

Imaginem aquela máxima: “já que não tem tu vai tu mesmo” e aí mora o perigo e tudo ficar como Dante no quartel de Abranches.

Já não temos políticos como os de antigamente: homens probos, sérios e honestos.

Quando se chega a essa situação em que os bons não querem correr riscos, os maus ocupam seus lugares e o País, o nosso Estado estão na bancarrota moral e verdadeiramente quebrados, pois os inescrupulosos são os donos do poder. Que coisa meu Deus do Céu, isso é uma vergonha, Marcos, como diria meu inesquecível amigo e irmão, padre Zé Lopão.

Neste ano temos a promessa de renovação da vida. Não adianta nada, absolutamente nada se continuarmos os mesmos, isto é, mesmos políticos, mesmos homens, mesma maneira de governar e sermos governados. Paulo em sua 2Co 5.17 escreveu e dele tomo emprestado: “As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas”. Nova vida, nova criatura, novos pensamentos, novos desejos, novos costumes, novos valores, tudo isso pressupõe um coração novo, coração de “carne” – vivo e sensível – e não mais “de pedra” – duro e morto. Acordemos agora, nove meses antes de tomarmos importante decisão para o nosso País e Estado, pois “não é a política que faz o candidato virar ladrão. É o seu voto que transforma o ladrão em político sagaz, ganancioso, corrupto e ladrão” (Benjamim Franklin).

Com a consciência tranquila procuremos dede agora saber escolher nossos candidatos para que fiquemos livres desta prática constante do prende solta de nossos corruptores e corruptos sem vergonha na cara e, porque não, livres também, das mazelas da vida que nos proporcionam e tenhamos vida, isentos de problemas, de imunidade e aos dissabores da presente hora, tais como: crises econômicas, financeiras, de emprego, morais, sociais e espirituais.

Temos problemas como quaisquer outras nações e ou pessoais, com um diferencial: Deus nos dá força para passar por eles como outrora predisse Jesus: “Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo”. O ser humano não vai resolver seus problemas com leis, decretos, regulamentos, acordos, associações, sindicatos, medidas provisórias ou instituições organizadas.

Só teremos a solução para todos os problemas com uma paz, real e justa efetiva com o retorno de homens justos, honestos e responsáveis ao topo do poder, o que é muito difícil no Brasil atual. Mas temos que acreditar. Acreditar sempre para que essa mudança tão desejada seja o mais breve que possamos imaginar. Para tanto, não faça do seu voto, em outubro vindouro, “uma arma, pois a vítima pode ser você”. Pense nisso.

Esta é a grande lição que tiramos desses dezesseis anos de governos escabrosos.

Jamais a simplicidade foi o elo entre governos e governos e povo. Tudo se transformou em um inferno qualquer e nós o povo é que estamos pagando a conta.

Que conta heim! Porém, a grande descoberta no caminho da transformação que esperamos está, justamente, em seu valioso e oportuno voto.

Lembremos sempre: “Na concorrida corrida das eleições deste ano, trocando as roupas sujas e imundas de indignidade, por roupas límpidas e sob a Luz do Divino Mestre Jesus Cristo, todos nós poderemos vencer, ou melhor, dizendo: venceremos”, não é mesmo?








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