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COLUNISTAS
Marcos Gabiroba e a "Crônica da semana violência contra a mulher"
13/09/2017

Li, não sei onde. Escrevi e guardei. Hoje reescrevo nesta crônica para que você também guarde: “O mundo está nas mãos daqueles que têm coragem de sonhar e de correr o risco para viver os seus sonhos”. “O dinheiro faz homens ricos; o conhecimento faz homens sábios e a humildade faz homens grandes”. “A vida não comporta ensaios. Há apenas um só o espetáculo: a sua própria vida”. “Breve, média ou longa... cada um viverá apenas o papel que escolher e colherá apenas aquilo que plantar”. São poucas as pessoas que, ao deitarem-se ousariam dirigir a Deus a prece: “Senhor! Trata-me amanhã como tratei hoje meu próximo”. Se conseguir serei feliz e saberei agir diariamente. Só por hoje serei plenamente feliz! Amar é libertar, mesmo que isso por vezes nos doa. (Autor desconhecido).

Não fique você ouvinte pensando que é fácil encontrar temas para crônicas semanais. Há dias assinalados pela ausência de inspiração ou temática que justifiquem ocupar o espaço nesta emissora de Rádio, a rádio que te conquistou, e o tempo de vocês ouvintes. Há, entretanto, períodos de fartura. Nessa semana, por exemplo, existe um assunto muito bem abordado pela imprensa local sobre abuso sexual e violência contra alunas da UNIFEI nas festas programadas no entorno da Universidade e nas chamadas “repúblicas” de alunos, espalhadas pela cidade.

Pensei, com razão, estar este assunto se tornando corriqueiro demais para despertar a atenção de você ouvinte amigo. Imaginei inicialmente, comentar sobre o grandioso número de desempregados que assola nossa cidade, assim como falar sobre o empobrecimento da classe média com a redução de cerca de 13,5 milhões de pessoas aos níveis mais baixos perda e diminuição de sua renda.

Em meio à saciedade de assuntos, veio-me à mente, sugestionado pelas notícias do assédio sexual na cidade dos alunos, e por que não, de um modo geral na urbe para a impressionante afirmação de que “a cada 15 segundos uma mulher é espancada e violentada no Brasil”, tornou-se verdadeiramente chocante aos nossos ouvidos. A peça publicitária dos governos, Federal e Estadual, bem como os movimentos em prol da defesa e a honra da mulher convocando todos, indistintamente todos a uma ação concreta contra esse vandalismo. Haja vista as agressões de alunos inconsequentes contra professoras nas salas de aulas, fato estes que desnudam impressionantes chagas de nossa sociedade, cada dia mais violenta e brutal, com vítimas indiscriminadas entre as quais as mulheres estão constituindo grande maioria. Não obstante os esforços, por todos reconhecidos, das autoridades governamentais no combate à violência, muitas vezes em inferioridade ao enfrentar delinquentes muito mais bem armados e equipados do que os próprios agentes da lei, cresce a angústia da sociedade diante desse estado de coisas a que não deu causa, procurando organizar-se melhor para funcionar como espécie de atalaia contra eventuais afrouxamentos no combate à criminalidade, em especial contra as descendentes de Eva. O projeto é convocar todas as organizações comunitárias, culturais, esportivas, beneficentes, advogados criminalistas, numa grande campanha de “Repúdio à Violência Contra a Mulher” cujo lançamento desde há muito já deveria ter acontecido, porém, a inércia de nossas autoridades são dogmas da incompetência neste aspecto, tanto quanto em outros fatos aberrantes sob nossas bardas, não é mesmo? Perdem-se tempo com os “Fora Temer”, “Fora Lula”, “Fora Dilma”, “Mensalão”, “Petrolão”, “Lava Jato”, “Operações X”, Operação Y” e não sei mais o que, e a cada minuto uma mulher é violentada, estuprada e massacrada e morta dentro dos lares, se expandindo pelos escritórios, nas lavouras, no comércio e nas ruas em locais ermos, até dentro dos educandários, onde as professoras estão se transformadas em vítimas indefesas desta onda de brutalidade e insegurança.

De resto, talvez, o mundo padeça deste mesmo mal. Por todas as partes ele está disseminado, com causas e características de que nasceu no país em que habita e advêm dos aborígines, derivados de cada economia, cultura e educação. No caso em tela, isto é o assédio sexual às mulheres com o crescimento das grandes cidades e interminável migração de homens e mulheres de baixa condição econômica, expulsos das zonas rurais ou delas emigrados em estado de chocante pobreza que, em busca do eldorado – um emprego, um estudo melhor, uma moradia mais digna, e a falta de uma legislação adequada aos novos tipos de delitos, apesar da Lei Maria da Penha, assumir proporções inimagináveis com a decadência, causando maiores consequências por este estado de insegurança e intranquilidade. Sabemos que é dever da sociedade organizar-se para reagir, oferecendo seu apoio e estímulo às autoridades responsáveis pela segurança, dando-lhes cobertura nas ações desenvolvidas para por um fim aos abusos e à violência, especialmente contra as mulheres. Concordam?

Por isso, parabenizo a Juíza, dra. Cibele e ao diretor Yamancida da UNIFEI quando vieram a público manifestar sobre este importante assunto na defesa dos direitos das mulheres e dos alunos quando dentro da Universidade. Quanto às repúblicas, principal foco dos assédios em suas festas particulares compete à Polícia Militar oferecer a segurança e a integridade da sociedade estudantil, não é mesmo?

Para encerrar nosso encontro de hoje repito o pedido: “Senhor, trata-me amanhã como tratei hoje meu próximo. Se conseguir, serei feliz e saberei como agir diariamente. Só por hoje serei plenamente feliz. Amar é libertar, mesmo que isso, por vezes, me doa. Assédio sexual, Coerção, Violência sexual, Agressão física, Desqualificação/Piadas ofensivas e Agressão moral e Psicológica, fora. Dignidade já! Pense nisso.








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