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COLUNISTAS
MARCOS GABIROBA E A CRÔNICA DA SEMANA "A MÃE DAS REFORMAS"
03/04/2017

Já estamos no mês de abril. É o quarto mês do ano e é o segundo signo do Zodíaco, governado pelo planeta Vênus. Abril começa com o dia da mentira, mas a verdade é que, durante os 30 dias deste mês fatos importantes são lembrados. Dia 21 celebra-se o dia de Tiradentes, o herói da Inconfidência Mineira e Patrono da Nação brasileira.

É também durante este mês que são celebrados os dias do Exército Brasileiro e o Hino Nacional Brasileiro, sem esquecer o dia 22 os 517 anos do descobrimento deste país “grande e bobo”. Celebram-se também neste mês, o Dia do Índio e o Dia do Jovem e do Jornalista.

É sabido que o nome Abril deriva do latim Aprillis, que significa abrir, numa referência à germinação de culturas. Outra hipótese sugere que Abril seja derivado de Aprus, o nome etrusco de Vênus, deusa do amor e da paixão. Outra versão é que se relaciona com Afrodite nome grego da deusa Vênus, que teria nascido de uma espuma do mar que, em grego antigo, se dizia “abril”.

As pessoas nascidas neste mês gostam de estabilidade em todos os sentidos.

Sentem necessidade de segurança, emocional e material, e são muito sensuais. Os Taurinos apreciam conforto, adoram doces e comidas caras. São caracteristicamente confiáveis e previsíveis, As cores tradicionais do signo de Touro são a azul, rosa e o verde.

As pessoas nascidas neste signo são apaixonadas, pois a influência do planeta Vênus governa o seu dia. A qualidade negativa dos taurinos é a possessividade.

São pessoas que acreditam na verdade acima de tudo, são honestos e sempre cumpridores dos deveres e da palavra dada.

Pulando do pau para o cavaco, segundo gíria popular, estou muito preocupado com as idas e vindas dessa reforma da Previdência e da reforma Tributária que o presidente Temer está tentando implantar no país. Minha preocupação não é com o conteúdo que se esboçam em estudos nas comissões da Câmara Federal e posteriormente, no Senado Federal. Mas sim, é no sentido de que se o presidente Temer, legitimamente estando no cargo, tivesse tido tempo e oportunidade de ler Machado de Assis, atentaria para a advertência do iluminado escritor brasileiro em crônica de outubro de 1859 de que “reforma é uma palavra que não se diz diante de empregado público ou aposentado. Há lá nada mais revoltante do que reformar o que está feito? Abolir o método! Desmoronar a ordem!” e se poupava de tantos aborrecimentos e dores de cabeça como os que com que foi mimoseado durante a discussão das reformas, em especial a que mexe com a vida e o orçamento dos servidores públicos, aposentados ou não. Reforma tributária tem repercussões menos dramáticas em curto prazo. Dela o cidadão vai sentir o peso um pouco mais adiante, quando o governo meter-lhe a mão no bolso em sua incontida fúria arrecadadora. Mesmo não tendo sido ainda aprovadas em definitivo, as reformas da previdência e a tributária mostram quanto estamos distantes da melhor organização do Estado brasileiro, simplesmente porque governo e políticos não cuidaram de colocar em suas prioridades a reforma política, considerada a mãe das reformas.

Sem ela, tudo o que se fizer terá o cunho de transitoriedade.

Dela há de emergir uma representação política verdadeiramente legítima, sem as deformações impostas pelo atual sistema de captação do voto popular, de permeio a uma organização partidária confusa e desprovida de conteúdo programático.

Neste contexto existe uma curiosidade em torno deste tema. Todos consideram imprescindível reformar politicamente o país para dar-lhe instituições compatíveis com o nível de desenvolvimento alcançado em todos os setores da vida nacional, este totalmente destruído pelo governo petista. Hoje em dia, com a reforma pretendida pelo governo Temer, mão misteriosas impedem sua realização. É o que temos visto país afora. Estas mãos estão visíveis nos beneficiários do sistema proporcional de eleição parlamentar, os detentores do poder econômico, outrora, com acesso facilitado aos postos de representação popular, com o trânsito fácil dos partidos descoloridos transformados em meros cartórios destinados ao cumprimento das normas burocráticas do processo. No caso da reforma da previdência e trabalhista ora pretendida, evidenciou-se o clamor público de todo setor do país dando-se ênfase e oportunidade àqueles que lá ficaram por treze anos e quebraram o Estado brasileiro se posicionarem contra.

Que as reformas previdenciária, trabalhista, tributária e política são necessárias, disso ninguém duvida. Entretanto, os pelegos, parasitas e os que nada querem construir ou reconstruir o Estado brasileiro para eles isto é um crime lesa pátria.

Por outro lado, querem nos impor a eleição por lista fixa com o fito de se proteger os ladrões, corruptos e bandidos do colarinho branco. Para a reforma política basta tão somente implantar o sistema de voto sem coligações. Quem for o mais votado entre partidos serão os empossados, nada mais. Isto sim é moralizar. Pense nisso.








agnaldo
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