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GERAL
Conselho Tutelar: Casos de abusos sexuais estão acentuados no município
30/11/2017

Uma das participantes da Audiência Pública sobre a Pedofilia que será realizada no próximo dia 5, às 19h na Câmara Municipal é a presidente do Conselho Tutelar de Itabira, Maria da Luz Aparecida Silva, que falou sobre a ocorrência de casos no município e também fez um alerta sobre a importância da participação da população neste tipo de debate.

A audiência pública, realizada em parceria dos vereadores Paulo Soares de Souza (PRB) e Weverton Andrade “Vetão” (PSB) terá a participação de autoridades, representantes políticos e também de membros da comunidade. O tema, considerado polêmico, acende um alerta em nosso município, como explica Maria da Luz, que acompanha de perto diversos casos envolvendo o abuso sexual de menores em Itabira.

Segundo ela, a pedofilia é um tipo de abuso sexual e precisa ser tratado de várias maneiras. Ela destacou o papel preventivo que o Conselho Tutelar exerce no município, mas ao mesmo tempo orientou sobre como a população pode denunciar e combater este tipo de crime.

“O Conselho Tutelar sempre atua através de denúncias, que podem ser feitas de forma anônima ou não. Muitas pessoas usam o disque 100, que é através de telefone e as denúncias repassadas para o Conselho Tutelar e Ministério Público. A questão da pedofilia em si só, os casos não são tão acentuados, mas os casos de abuso intrafamiliar são bem alarmantes em Itabira. O Conselho não divulga dados, fazemos um trabalho silencioso, mas posso garantir que o abuso em nossa cidade está bem acentuado”, declarou ela.

De acordo com ela, nos casos de abuso sexual, as denúncias podem ser feitas pela própria criança ou adolescente, seja pessoalmente no Conselho Tutelar ou pelo telefone. Nestes casos, a vítima é ouvida e as informações encaminhadas à delegacia e ao Ministério Público.

“Temos que fortalecer as crianças e os adolescentes para dizerem ‘não’. Carinho dos familiares é muito diferente de caricia. Então, estamos tomando muito cuidado e mostrando as crianças de forma bem leve para que elas aprendam a dizer ‘não’ e denuncie a pessoa que está abusando dela”, disse a presidente do Conselho Tutelar.

A participação da comunidade nestes debates, alertou Maria da Luz, também é uma maneira de prevenir estes tipos de crimes.

“É um assunto melindroso, delicado, mas acredito neste trabalho preventivo e a audiência pública não deixa de ser este tipo de trabalho. É o ponta pé inicial para uma série de trabalhos que poderão vir daqui para frente e eu acredito muito no poder destas famílias, destas mães e pais para denunciarem estes abusos. As nossas crianças pedem carinho e não caricias”, concluiu ela.








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